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  • Onde carregar o cartão navegante® em Lisboa

    Onde carregar o cartão navegante® em Lisboa

    Agora já pode carregar o seu passe navegante® em pontos de venda Pagaqui, como papelarias, quiosques e lojas de proximidade, na região da Grande Lisboa e arredores.

    Este serviço fica mais perto de si para que consiga carregar o seu passe navegante® de forma simples e rápida.

    Como carregar o passe navegante®

    Com este novo serviço, pode carregar o passe navegante® que lhe permite utilizar praticamente todos os transportes públicos na região de Lisboa.

    Com o cartão navegante®, é possível:

    • Carregar o passe mensal

    O carregamento mensal do passe navegante® é uma das opções mais procuradas, pois permite fazer deslocações ilimitadas e trocar de transporte público sempre que necessário ao longo de um mês.

    Também pode optar por uma viagem única, carregando zapping ou por um cartão navegante® ocasional de 24 horas, consoante a sua necessidade.

    Dependendo do tipo de cartão navegante®, é possível utilizar:

    • Metro
    • Autocarros
    • Comboios urbanos da CP
    • Fertagus
    • Barcos da Transtejo Soflusa
    • Rodoviárias, como a Rodoviária de Lisboa, os Transportes Sul do Tejo e a Scotturb

    Existem dois tipos de passe:

    • navegante® Municipal: permite usar transportes dentro de um único concelho, como Lisboa
    • navegante® Metropolitano: permite circular em toda a Área Metropolitana de Lisboa

    Carregue o passe navegante® perto de si

    Este serviço foi pensado para tornar o seu dia a dia mais simples.

    Poder carregar o passe navegante® num ponto de venda próximo de si torna tudo mais prático, rápido e conveniente.

    Basta escolher um dos pontos de venda Pagaqui que disponibilizam este serviço e fazer o carregamento de forma simples, podendo ainda aproveitar para realizar outros pagamentos no mesmo local.

    Num único local, pode tratar de vários pagamentos, como faturas, portagens, impostos, telemóveis ou a compra de bilhetes para espetáculos.

    Os pagamentos podem ser feitos em numerário, Multibanco ou MB WAY, para que possa escolher a opção mais conveniente para si.

    Onde encontrar um ponto de venda Pagaqui

    Para encontrar o ponto de venda Pagaqui mais perto de si, consulte o diretório de pontos de venda.

    Este serviço está disponível em pontos de venda Pagaqui na região da Grande Lisboa e arredores, pelo que será fácil encontrar uma localização conveniente.

    Perguntas frequentes

    O que é o passe navegante®?

    O passe navegante® é o título que permite utilizar os Transportes Metropolitanos de Lisboa.

    Onde posso carregar o passe navegante®?

    Pode carregar o passe navegante® em pontos de venda Pagaqui que disponibilizam este serviço, como papelarias, quiosques e lojas de proximidade na Grande Lisboa e arredores.

    Onde posso utilizar o passe navegante®?

    Dependendo do tipo de passe, pode utilizá-lo no metro, em autocarros, comboios urbanos da CP, Fertagus, barcos da Transtejo Soflusa e rodoviárias.

    O que inclui o passe navegante®?

    Com o carregamento mensal do passe navegante®, pode trocar de transporte público sempre que necessário e fazer viagens ilimitadas dentro da zona abrangida pelo passe.

    Como encontro um ponto de venda Pagaqui?

    Pode consultar o diretório de pontos de venda Pagaqui e encontrar o local mais próximo de si.

  • Perspectivas para 2026

    Perspectivas para 2026

    Num contexto de incerteza global, antecipar o futuro exige visão, prudência e capacidade de adaptação.

    No Jornal de Negócios, o nosso CEO, João Rosa de Carvalho, partilha uma leitura clara sobre 2026: um período de possível estabilização económica, marcado por desafios externos, mas também por oportunidades para as organizações que se posicionarem de forma estratégica.

    Confira a sua opinião sobre os principais cenários, desafios e oportunidades para o novo ano.

    AQUI

    João Rosa de Carvalho
    CEO Pagaqui

    in Jornal de Negócios

  • Pagaqui oferece alternativa presencial para pagamentos online durante a Black Friday

    Pagaqui oferece alternativa presencial para pagamentos online durante a Black Friday

    A empresa portuguesa disponibiliza a possibilidade de pagar compras feitas na internet num ponto Pagaqui, através de referência, entidade e montante, acrescentando segurança e autonomia ao processo.

    Num período marcado por volumes transacionais muito elevados e maior exposição a riscos digitais, esta alternativa destina-se sobretudo a quem procura maior controlo sobre os seus pagamentos.

    “Esta opção não substitui os métodos de pagamento digitais, oferece uma solução complementar para quem se sente mais confortável em concluir o pagamento de forma presencial”, explica João Rosa de Carvalho, CEO da Pagaqui.

    “O importante é garantir que cada consumidor possa escolher o método que considera mais seguro e conveniente, especialmente numa altura de maior volume de compras como a Black Friday”, acrescenta.

    O responsável reforça ainda que “nenhuma opção está totalmente isenta de riscos e que a prevenção é essencial em qualquer método de pagamento”.

    A rede de pontos Pagaqui espalhada pelo país pretende ser uma camada adicional de segurança para quem não quer partilhar dados sensíveis online.

    Ao mesmo tempo, a solução aproxima o comércio local do ecossistema digital da Black Friday, ligando o online à proximidade e permitindo que mais consumidores tenham acesso às compras digitais, independentemente dos meios de pagamento de que dispõem.

    in Hipersuper

  • Pagaqui lança ferramenta de IA para simplificar pagamento de faturas no comércio local

    Pagaqui lança ferramenta de IA para simplificar pagamento de faturas no comércio local

    A Pagaqui, empresa portuguesa na área dos pagamentos, desenvolveu uma ferramenta de Inteligência Artificial (IA), o SmartEye, que permite, “através da câmara de um telemóvel ou de um TPA, captar e interpretar em segundos os dados essenciais de pagamento – entidade, referência e montante – a partir de documentos físicos ou digitais”, explica a instituição. A empresa acredita que esta inovação vai “simplificar e acelerar o processo de pagamento de faturas”.

    O SmartEye foi desenvolvido na íntegra pela equipa da Pagaqui, sublinha a empresa em comunicado. “Ao incorporar tecnologias avançadas de ‘machine learning’ e visão computacional, através da IA, o SmartEye automatiza um processo que até agora dependia da introdução manual de dados, tornando-o mais rápido, fiável e escalável”, considera a ‘fintech’ portuguesa.

    A empresa de pagamentos critica o facto de “grande parte da informação continuar a surgir em formatos que não foram pensados para serem processados por sistemas”. Segundo a Pagaqui, “a grande vantagem desta tecnologia está, então, na sua capacidade de transformar um processo tradicionalmente demorado e suscetível a erros, numa experiência simples, rápida, fluida e confiável”.

    Entre os benefícios do SmartEye, a empresa destaca a rapidez, com os “dados disponíveis em segundos, prontos para serem integrados no sistema Pagaqui e imediatamente usados para pagamento”, a fiabilidade, em que “a automatização reduz drasticamente a margem de erro humano, garantindo registos consistentes e seguros”, e a escalabilidade, que traz uma “tecnologia preparada para interpretar informação em múltiplos formatos e origens, adaptando-se à realidade atual, onde a informação circula em vários canais”.

    O CEO da Pagaqui, João Rosa de Carvalho, acredita que, através desta nova ferramenta, a empresa está a “colocar a IA ao serviço das pessoas e dos negócios locais, resolvendo um problema real do quotidiano com tecnologia de ponta”. Ao mesmo tempo, defende que a Pagaqui não perde de vista o que os distingue: “a proximidade, a confiança e a transparência com o cliente”. “É mais um passo para consolidarmos a nossa posição como referência nos pagamentos de proximidade com inovação 100% nacional”, remata.

    in Jornal PT50

  • De volta à rotina: valorizar o comércio da nossa vida

    De volta à rotina: valorizar o comércio da nossa vida

    O próximo mês de setembro significa, para muitos, um novo começo. O regresso às aulas, ao trabalho, a volta à rotina após as férias. As ruas regressam à vida habitual, o comércio local reabre nos horários do costume e voltamos a uma rotina que, por mais intensa que seja, mantém-nos ligados a serviços úteis e a estabelecimentos que são parte integrante e facilitadora do nosso dia a dia. 


    No entanto, o sistema que mantém esta rede de suporte enfrenta, hoje, desafios novos e complexos que há dez anos achávamos impossíveis de existir. Hoje, fazemos compras em segundos pelo telemóvel, pagamos contas muitas vezes sem sair do sofá e esperamos encontrar experiências cada vez mais simples e práticas. Ainda assim, a internet não conseguiu retirar importância à confiança e à proximidade ao cliente – vendedor que só o comércio local consegue oferecer. 


    Preservar esta relação num mundo cada vez mais rápido e digital exige equilíbrio. A resposta não é rejeitar a tecnologia, mas usá-la a nosso favor, sem perdermos o toque humano que caracteriza este tipo de atendimento. 


    O comércio local é o coração que mantém o bairro vivo. Sobretudo no verão, seja a voltar à terra ou a ir para a casa de férias algures, sabemos que é no café da esquina que trocamos as primeiras palavras do dia, na mercearia que já nos conhecem pelo nome e na farmácia onde perguntam pela nossa avó. Isto tem valor e tem a sua magia. Estes pequenos locais de comércio criam memórias, têm rosto, voz e humanidade, e ajudam a criar laços que vão muito mais além da simples transação. 


    Para lá disso, são também objetivamente (e cada vez mais) pontos de serviço fundamentais, capazes de resolver em minutos tarefas mais aborrecidas do nosso quotidiano. É aqui que, afastados de ecrãs e dispositivos, compramos a raspadinha, fazemos o Euromilhões e levamos o jornal; pagamos faturas e fazemos pagamentos ao Estado, como o IUC, IMI ou mesmo IRS. É ali que podemos carregar o passe,  conseguir bilhetes para espetáculos ou concertos, e encontrar vouchers para hotéis, voos, jogos ou plataformas de streaming. Tudo num só lugar – é já ali! -, pela cara de alguém que nos conhece e nos trata como se fossemos da casa, por vezes da sua família.


    Porque o comércio local é muito mais que um ponto de venda, é uma infraestrutura de proximidade que sustenta a vida comunitária. Agora que nos aproximamos de um reencontro com a rotina de sempre, o meu apelo é para que não percamos este toque de humanidade quando necessitarmos de algo. Troquemos pagamentos e serviços, sim, mas com uma bica e um “como vai a vida?” à mistura. Apoiemos estes locais de comércio, tão necessários para a sustentabilidade da nossa economia.


    No fim do dia, não nos lembramos de como pagámos, mas sim de quem nos atendeu, da forma como nos receberam e da confiança que sentimos. Isso, felizmente, continua a ser algo que duvido que alguma aplicação seja capaz de replicar. 
     

    In Vida Económica, ed. semanal impressa, de 12 de setembro de 2025

  • Pagaqui bate à porta dos portugueses com campanha feita de vizinhos e boas conversas

    Pagaqui bate à porta dos portugueses com campanha feita de vizinhos e boas conversas

    A Pagaqui, empresa portuguesa especializada em pagamentos presenciais e serviços digitais de proximidade, iniciou uma nova campanha de comunicação multimeios, que reforça a presença da marca no dia a dia dos portugueses.

    Desenvolvida pela agência criativa ACNE e liderada por João Carvalho Oliveira, tem como protagonistas os atores José Pedro Vasconcelos e Maria Emília Correia, que dão vida a personagens conhecidas do imaginário de um típico bairro português – vizinhos curiosos, clientes habituais do comércio local, figuras familiares do quotidiano.

    “Queremos que qualquer pessoa que assista a esta campanha, a identifique com personagens conhecidas do seu bairro, vila ou quarteirão, mostrando, de uma forma descontraída, que a Pagaqui se encontra no quotidiano de todos,” explica Sónia Moreira, Diretora de Marketing da Pagaqui.

    Acrescenta ainda que “a proximidade aos nossos clientes e consumidores finais é fundamental para a Pagaqui que prima por uma abordagem humana de envolvimento com o seu público-alvo.” A campanha que iniciou ontem em televisão, estendendo-se a todos os outros meios a partir de hoje, terá a duração consecutiva de um mês em todos os meios, com previsão de novas vagas ainda no ano corrente.

    Esta ação multimeios está nos principais canais de televisão, como RTP1, SIC, TVI e CMTV, em meios de rádio, como Rádio Comercial, M80, Cidade FM e Smooth FM, e, também, em meios digitais, incluindo redes sociais.

    Com o objetivo de aumentar a notoriedade da marca junto dos clientes, potenciais clientes e consumidor final, a campanha vem, também, abrir portas a novas parcerias e ao aumento do número de pontos de venda em todo o território nacional.

    “Esta campanha representa um momento-chave para a marca, a seguir ao recente rebranding. Queremos estar mais próximos das pessoas e mostrar que estamos presentes nos seus bairros e nas suas rotinas com soluções simples e acessíveis a todos. E acreditamos que o humor pode ser uma boa forma de tornar a vida um pouco mais leve”, sublinha Sónia Moreira, Diretora de Marketing da Pagaqui.

    Os conteúdos para televisão foram produzidos pela Fred Fabrik, com Miguel Rebelo da Silva como produtor executivo e Miguel Leão como realizador. Xavier Franganito assina a direção de Fotografia, Paulo Inês esteve como Color Grading, Ricardo Jesus, da BAMP, ficou encarregue da Pós-produção e Victor Mingates, da Mute Sound, teve a seu cargo a sonorização.

    A ação publicitária destaca as funcionalidades e benefícios dos serviços da Pagaqui e, ainda, sublinha a simplicidade do processo de pagamento de faturas e serviços, carregamentos de passes e telemóveis, bilhetes para espetáculos, títulos de transportes e da compra de vouchers de gaming, vestuário ou viagens, entre outros.

    in Revista MARKETEER online

  • Pagaqui junta-se ao comércio local para garantir acesso físico a pagamentos e serviços digitais em mais de 2.500 pontos

    Pagaqui junta-se ao comércio local para garantir acesso físico a pagamentos e serviços digitais em mais de 2.500 pontos

    Papelarias, cafés, mercearias e quiosques estão a tornar-se locais de acesso a serviços financeiros e digitais, num fenómeno crescente em várias zonas do país, através da rede da Pagaqui.

    Segundo a Pagaqui existe “mais de 2.500 estabelecimentos de comércio tradicional que já disponibilizaram serviços como pagamento de faturas, carregamentos de transportes e telemóveis, ou compra de vouchers digitais”.

    Em comunicado, a Pagaqui sublinhou que “este modelo tem vindo a ganhar expressão em comunidades onde o acesso digital não é garantido, ou facilitado para todos, e onde os hábitos de consumo continuam a privilegiar o atendimento presencial, de proximidade”.

    “Há um número significativo de cidadãos – de todas as idades, mas sobretudo idosos, imigrantes ou pessoas sem conta bancária – para quem o balcão do comércio local continua a ser o ponto de contacto com o mundo dos serviços. Acreditamos que a tecnologia deve adaptar-se às pessoas, e não o contrário,” referiu João Rosa de Carvalho, CEO da Pagaqui“O que estamos a assistir é à consolidação de um novo papel para o comércio local. Não é apenas um intermediário, mas sim um elo entre diferentes dimensões da vida comunitária: consumo, mobilidade, acesso a serviços e inclusão digital”, acrescentou.

    A Pagaqui frisou ainda que “num contexto em que os serviços públicos e privados aceleram a digitalização, este tipo de soluções assume um papel complementar, garantindo que ninguém fica para trás no acesso a funções básicas do quotidiano, como pagar uma conta de eletricidade ou carregar um passe de transportes”.

    João Rosa de Carvalho
    CEO da Pagaqui

    in Jornal Económico

  • E o direito ao dinheiro vivo?

    E o direito ao dinheiro vivo?

    Vivemos numa era em que os pagamentos digitais se tornaram a norma: contactless, carteiras digitais e transferências instantâneas através de aplicações de homebanking, passaram a fazer parte do nosso dia a dia. Mas será que isto significa o fim dos pagamentos físicos? A realidade está longe de ser tão linear.

    A ideia de uma sociedade cashless pode parecer moderna e eficiente, mas nem todos os consumidores estão prontos, ou dispostos, a abandonar o dinheiro e outros métodos tradicionais. Portugal, por exemplo, ainda tem uma percentagem significativa da população que prefere pagar em numerário – e isto não se trata apenas de uma questão geracional. O pagamento em dinheiro continua a ser uma opção essencial para quem quer manter um maior controlo sobre os seus gastos, evitar taxas bancárias ou, simplesmente, não tem acesso a serviços financeiros digitais.

    Por outro lado, para muitos pequenos e médios comerciantes, a diversidade de opções de pagamento é um fator crítico. Se um negócio impuser exclusivamente pagamentos digitais, pode estar a afastar clientes que preferem, ou precisam, de alternativas. Mais do que uma questão de conveniência, trata-se de não perder oportunidades de venda.

    O impacto vai além dos consumidores individuais. O setor do retalho e dos serviços representa uma fatia significativa do PIB português. Se as opções de pagamento forem reduzidas, podemos estar a comprometer o dinamismo de uma parte vital da economia. Além disso, o turismo, um dos motores do crescimento económico nacional, também depende da flexibilidade de pagamento. Muitos visitantes estrangeiros ainda optam por pagar em dinheiro, seja por questões de segurança, por limitações nos seus cartões bancários internacionais ou, simplesmente, pela dificuldade em abrir uma conta bancária em Portugal.

    A chave está em saber manter o equilíbrio: avançar tecnologicamente não significa forçar uma rutura com o que ainda funciona. O desafio é garantir que os pagamentos digitais sejam acessíveis e eficientes, sem excluir aqueles que continuam a preferir os métodos tradicionais. Essa liberdade está, a meu ver, consagrada, de forma inerente, nos direitos do consumidor proclamados por John F. Kennedy. E, mais diretamente, está na nossa Constituição, no direito à proteção dos interesses económicos. A inclusão financeira passa por oferecer escolhas, não limitar opções.

    Afinal, a pergunta é simples: devemos realmente decidir como pagar com base numa tendência, ou devemos manter o foco em soluções que estejam ao alcance de todos? A opção só pode ser uma, não deixar ninguém para trás!

    João Rosa de Carvalho
    CEO da Pagaqui

    in sapo

  • PAGAQUI Aposta em Game Festival para Expandir Presença em Portugal

    PAGAQUI Aposta em Game Festival para Expandir Presença em Portugal

    A PAGAQUI, empresa portuguesa especializada em pagamentos e serviços de proximidade, pretende aumentar em 30% a sua rede de agentes locais na sub-região do Médio Tejo, reforçando a sua presença no distrito de Santarém. Esta aposta insere-se na estratégia de crescimento e expansão nacional da empresa, que já conta com mais de 2.500 pontos de venda em Portugal.

    Através da sua plataforma digital, a PAGAQUI permite que negócios locais disponibilizem serviços essenciais, como o pagamento de faturas, impostos e transportes, além do carregamento de cartões pré-pagos e a aquisição de vouchers de gaming e entretenimento.

    Como parte deste plano de expansão, a empresa marcará presença no Tomar Game Festival 2025, um evento dedicado à tecnologia e gaming, que decorre entre os dias 2 e 4 de março, no Pavilhão Dom Nuno Álvares Pereira. Com mais de 1.000m² de atividades, o festival contará com Board Games, VR, Retro Gaming, Workshops, Cosplayers e Influencers.

    Para João Carvalho, CEO da PAGAQUI, esta participação representa uma oportunidade estratégica para dar a conhecer os serviços da empresa a novos públicos e potenciais parceiros comerciais na região. “Este é o primeiro de vários eventos onde queremos estar presentes para expandir a nossa rede e apoiar os comerciantes a oferecer soluções mais completas aos seus consumidores”, destacou o responsável.

    in

    Revista do Empreendedor

  • Pagamentos Físicos são fundamentais nos meios rurais

    Pagamentos Físicos são fundamentais nos meios rurais

    JOÃO ROSA CARVALHO, CEO DA PAGAQUI, CONSIDERA 

    Pagamentos físicos ainda têm um peso considerável. 

    A Pagaqui pretende dar uma resposta eficaz a um público mais diversificado. A sua aquisição por parte da Eupago tem como vantagens a obtenção de sinergias e o aumento da competitividade no mercado dos pagamentos em Portugal. “Os pagamentos físicos continuam a desempenhar um importante papel, especialmente em comunidades rurais” – adiantou em entrevista à “Vida Económica” João Rosa Carvalho, CEO da Pagaqui. 

    Vida Económica – Como opera a Pagaqui no mercado?

     João Rosa Carvalho – A Pagaqui é uma empresa de proximidade, feita por pessoas e para pessoas, que disponibiliza um portfólio de produtos e serviços que vão ao encontro das necessidades básicas dos cidadãos. Opera no mercado português, através de uma rede de retalhistas e pontos de venda distribuídos pelo país, somando hoje cerca de 2500 pontos de venda.

     VE – Qual o impacto da integração da Pagaqui na estratégia da Eupago e no mercado de pagamentos em Portugal? 

    JRC – A aquisição da Pagaqui por parte da Eupago vem fortalecer e aumentar o portfólio de serviços do grupo, ampliando a oferta de soluções de pagamento, a nível físico e digital. Isto permite-nos dar resposta a um público mais diversificado, não esquecendo os consumidores que apresentam um baixo nível de literacia financeira e que privilegiam os pagamentos físicos. Para além da inclusão, esta fusão cria sinergias que podem influenciar, de forma positiva, a competitividade no mercado dos pagamentos em Portugal, o que torna as soluções mais acessíveis e integradas. 

    VE – Qual o papel dos pagamentos físicos no contexto atual, especialmente num mundo cada vez mais digital? 

    JRC – O digital veio para ficar. Contudo, apesar da crescente digitalização, os pagamentos físicos continuam a desempenhar um papel fundamental, especialmente em comunidades rurais com acesso limitado à tecnologia. Nessas localidades, muitas instituições encerraram as suas atividades e deixaram de oferecer suporte a pagamentos de serviços ou impostos, o que impede o acesso a ações simples, como carregar passes ou telemóveis. Além disso, ainda há muitas pessoas que valorizam a proximidade e o contacto humano e mantêm rotinas bem definidas em relação à forma de pagamento e outras atividades não bancarizadas. Essas pessoas recorrem aos nossos serviços para realizar essas tarefas e efetuar o pagamento de serviços, entre outros. Saber que é possível contar e confiar em alguém próximo ou que está fisicamente presente, continua a ser altamente valorizado tanto pelas gerações mais antigas, quanto por diversas comunidades imigrantes. Crescimento das soluções híbridas. 

    VE – Existe um efetivo crescimento de soluções híbridas, que combinam pagamentos físicos e digitais? 

    JRC – Sim, a tendência é que as soluções híbridas venham a aumentar. Já existem plataformas que integram pagamentos em pontos de venda físicos com tecnologias digitais, como QR codes ou links de pagamento. A nossa aplicação é um exemplo disso. 

    VE – Qual o comportamento dos consumidores e das empresas face a pagamentos em dinheiro e às tendências de digitalização no ponto de venda? 

    JRC – Atualmente, as gerações jovens utilizam, cada vez mais, métodos de pagamento digitais, como cartões contactless, MBWay e carteiras digitais. No entanto, ainda existem muitos consumidores e pequenos comerciantes que preferem pagamentos em dinheiro, principalmente para valores menores. Diria que nos estamos a adaptar ao melhor dos dois mundos e a trabalhar para inovar nas ditas soluções híbridas. 

    VE – Qual a importância das soluções locais de pagamento no suporte a pequenos negócios e economias regionais? 

    JRC – Os serviços com soluções integradas, como as oferecidas pela Pagaqui, são muito importantes para os pequenos negócios e economias regionais. Estamos, não só a facilitar os pagamentos em localidades com limitações de soluções bancárias tradicionais, mas também a expandir o portfólio de produtos e serviços dos retalhistas, que ainda beneficiam de uma remuneração por cada serviço disponibilizado / vendido. 

    VE – Como é feita a adesão ao Pagaqui e quais os custos envolvidos? 

    JRC – A adesão à Pagaqui é muito simples e sem custos, basta preencher o formulário através do nosso site ou contactar, diretamente, a nossa equipa de suporte para mais informações. E feita uma avaliação de risco dos retalhistas e é com eles contratualizada a modalidade da parceria. Fundada em 2012, a Pagaqui é uma empresa de direito português com uma ampla gama de serviços. Facilita transações diversas, incluindo pagamentos de serviços, carregamentos de telemóveis, aquisição de seguros, sempre na perspetiva de oferecer soluções práticas e seguras. Representa uma referência para pagamentos e carregamentos em Portugal. A fintech continua a expandir a sua rede de pontos de venda, permitindo a qualquer negócio tornar-se um ponto de venda, contribuindo para o crescimento económico local. Posiciona-se como uma ponte entre a tecnologia e a comunidade. Pretende garantir que todos os segmentos da população, especialmente aqueles menos familiarizados com a tecnologia, tenham acesso a serviços financeiros fundamentais. Visa contrariar a tendência de digitalização exclusiva, promovendo a inclusão financeira.